Pela primeira vez fazes cair lágrimas em fio pelo meu rosto, sinto que cai. Porquê? porquê que entras-te na minha vida? sai, mas sai de um vez! nem sequer tenho coragem de te olhar, não imaginas o que sinto, não te odeio porque não consigo, porque se conseguisse diria-te que te odeio, depois de saberes que gostava de ti, como foste capaz, se eu não visse podias fingir, mas vi! Só queria conseguir apagar-te da minha vida, dizer que não sinto nada por ti, mas sinto e odeio-me por sentir, apetece-me arrancar o meu coração, para me ver livre deste sentimento vão. O problema é que não consigo mesmo apagar-te e continuo a chorar por alguem que me desfez o coração. Partiste-o em pedacinhos tão pequeninos que não sei se algum dia me vou conseguir esquecer.
Como posso gostar tanto de alguém que nem gosta de mim? não me entendo, mas doi tanto, sinto-me vazia, desprovida de qualquer tipo de sentimentos.
Podia parecer que era livre, mas estava presa a ti e tu sabias disso, ás vezes disfarçava mas só pensava em poder estar contigo.
Sinto-me tão perdida, tão desorientada, não me reconheço no meio do mundo.
Fizeste-me tão bem e agora?
"Paulinha andas diferente, mais sorridente, pareces feliz, encaras os problemas como metas, fico feliz por te ver assim!" (fizeste-me bem até as outras pessoas reparavam) só tu não reparavas, sempre só tu, poruqe nunca quiseste ver, o que te tentei mostrar!
Secalhar também fui egoista, mas tentei que percebesses o meu egoismo, secalhar hoje não me arrependo disso, como já me arrependi antes, secalhar hoje já não penso o qanto fui parva naquele dia, secalhar hoje penso precisamento o contrário, porque hoje sim, vi a realidade, vi que nunca gostaste de mim como eu gosto de ti.
Hoje digo: as coisas vulgares que há na vida não deixam saudade, são as lembranças que doiem, há gente que fica na história da história da gente, são emoções que dão vida há saudade que trago, aquelas que tive contigo e acabei de perder, há dias que marcam amor' a vida da gente e este eu não posso esquecer, senti um murro no estomago, um desabar, um vazio, corri a chorar, a chuva molhava-me o rosto, gelado. O meu choro de moça perdida, gritava a esta cidade, que o fogo do amor sobre a chuva há instante morrerá, a chuva ouviu e calou, e eis que ela bate no vidro trazendo a saudade.
Sabes do que não me arrependo? de um dia me teres roubado o meu primeiro beijo, e sabes porque? porque me fizeste feliz!
Não te doeu, pois não? Doeu a mim e muito, bateu aqui bem dentro e aqui irá permanecer.
Odeio-me por gostar de ti
Sem comentários:
Enviar um comentário