Quantos sacrifícios enfrentas tu lembrando-te de mim? Quantas dores aguentas fazendo aquela chamada que tanto sentido manteria? Quantos traumas respiras enviando aquela mensagem? Que te custa marcares o que é teu? Sim, porque sou tua. Tua como o simétrico das coisas, a perfeita união, a verdadeira razão. Mas não. Não podes soletrar-me palavras de encantamento esta e outra vez, quando te lembras, quando tem de ser, quando me estás a deixar fugir por essas mãos tão vagas. Porque és assim afinal? Questiono esses sentimentos todos os míseros dias, e sempre chego a conclusão alguma. Vai para além de mim, é superior a qualquer cabeça e indescodificável a qualquer coração. És tu e todo esse mistério, toda essa personalidade durona e abalável.
- Que tens hoje, miúda?
- Nada... Apenas menti para te ver, e vi que me mentiste.
(outra vez)
- Que tens hoje, miúda?
- Nada... Apenas menti para te ver, e vi que me mentiste.
(outra vez)
Sem comentários:
Enviar um comentário